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Alfabetização X letramento em Matemática na EJA (20/042021)

 

Assíncrona


Vídeo: Mesa Redonda Alfabetização na Perspectiva do letramento.

Disponível em https://youtu.be/jvuQlPMnt5E


Após assistir o vídeo participe da discussão nos comentários.


Comentários

  1. Fórum: "Alfabetização, letramento, alfabetização matemática, numeramento: o que têm em comum; em que se diferenciam; qual delas permite ao sujeito da EJA sua emancipação?"

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    1. A partir do vídeo “Mesa Redonda: Alfabetização na Perspectiva do Letramento” com as professoras Dra. Maria Conceição Fonseca, Ms. Katia Gabriela Moreira e Dra. Luciane de Fátima Bertine foi possível refletir com maior profundidade sobre as relações entre alfabetização, alfabetização matemática, letramento e numeramento. Nesse prisma, enquanto a alfabetização e alfabetização matemática comtemplam os conhecimentos científicos e as práticas escolares no ensino da Matemática, o letramento – termo que se popularizou, diferentemente do que ocorreu com a palavra numeramento, embora ambas estejam em convergência de significações – considera indispensável que para o ensino da Matemática é preciso a articulação entre as práticas escolares e as práticas sociais. Desse modo, a Matemática chega até os estudantes por meio de estratégias articuladas e relacionadas com suas vivências. Assim, conteúdo matemático correlaciona-se as experiências da vida real de forma que o educador considere, durante o processo de ensino e aprendizado, o repertório cultural e os conhecimentos prévios dos estudantes diante de um contexto matemático. Portanto, reconhecendo todas essas dimensões que envolvem o ensino da Matemática, suas compatibilidades no trato com o saber matemático e principalmente suas divergências na forma como constroem os saberes diante das práticas escolares e sociais, é que torna-se possível compreender que em se tratando da finalidade de promover a emancipação do sujeito da EJA, as ensinanças ligadas ao letramento e numeramento são mais eficazes, uma vez que por meio de estratégias com intencionalidade pedagógica como a pedagogia de projetos e a problematização de saberes na Matemática, é possível desenvolver a postura crítica e responsável desses sujeitos, além de favorecer o protagonismo de cada um deles diante da própria aprendizagem. Logo, todas as dimensões exploradas no vídeo, não devem ser selecionadas isoladamente no contexto do ensino da Matemática ou categorizadas hierarquicamente, mas é indispensável que todas elas estejam postas de forma articulada para que as práticas educativas na Matemática sejam carregadas de sentido para seus sujeitos.

      Referências:
      Vídeo: Mesa Redonda Alfabetização na Perspectiva do letramento. Disponível em https://youtu.be/jvuQlPMnt5E. Acesso em: 18 abr. 2021.

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  2. O vídeo da Mesa Redonda intitulada de Alfabetização na Perspectiva do Letramento mostra de forma clara que o letramento advém das relações sociais, é necessário adequar o conteúdo da Matemática a vida social e prática, para ensinar determinado assunto, não é necessário apenas a teoria pura, mas colocar aquele aprendizado numa situação de realidade para quem aprende, isto torna o aprendizado mais fácil para que seja compreendido na sua essência, não como um decorar de fórmulas ou teorias, mas sim algo inserido no próprio contexto social da pessoa que está em processo de conhecimento do assunto. É uma Matemática que irá auxiliar na realidade da pessoa, não de forma abstrata, mas de maneira concreta fazendo parte de sua realidade e até mesmo ajudando a uma vivência melhor, pois o conhecimento em conjunto com a realidade, sempre transforma o cotidiano do ser humano.

    Referências:
    Vídeo: Mesa Redonda Alfabetização na Perspectiva do Letramento. Disponível em https://youtu.be/jvuQlPMnt5E. Acesso em: 18 abr. 2021

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  3. Ao assistir o vídeo referente à mesa redonda sobre Alfabetização na perspectiva do letramento aponta as práticas sociais como peça chave nesse diálogo entre o ensino e o ambiente em que o sujeito está inserido. Sobre o questionamento apresentado em relação ao que tem em comum e em que se diferenciam, pode ser compreendido com o espaço do aprendizado e o usar os recursos para se adaptar a realidade em que o sujeito se encontra, fornecendo conhecimento técnico que correlacione com as atividades desempenhadas pelo sujeito, compreendendo assim a matemática, o numeramento como presentes no dia a dia e que vão além de compreender formulas ou estruturas de regras engessadas, cabe então ao ensino no EJA contribuir para emancipação dos sujeitos através de um ensino critico em que abre espaço para o sujeito compreender e se expressar com base no seu ambiente social e suas atividades do dia a dia.

    Referências:
    Vídeo: Mesa Redonda Alfabetização na Perspectiva do Letramento. Disponível em https://youtu.be/jvuQlPMnt5E. Acesso em: 19 abr. 2021

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  4. O vídeo "Mesa Redonda: alfabetização na perspectiva do letramento”, mostra a presença da matemática na vida social, a amplitude de problematizações que podem contribuir na produção de conceitos pelos alunos, e significados para a sua realidade; ao mesmo tempo problematiza processos de ensino aprendizagem em que essas práticas se realizam em distanciamento aos valores culturais e sociais. A perspectiva do letramento, e do numeramento são discutidas associadas ao contexto de vida dos educandos, colocando-os como protagonistas no processo, valoriza o que cada aluno traz consigo, e o professor nesta compreensão, torna-se criador de situações que potencializam as relações entre a matemática e a vida. Assim, o letramento e numeramento, caracterizam a leitura e a escrita como práticas sociais, apropriação dos valores e da cultura. Para além do processo de alfabetização e alfabetização numérica, em que foca apropriação dos sistemas de escrita e sistemas de representação numérica, o letramento, ou numeramento propicia o desenvolvimento crítico, e responsável diante das relações sociais.

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  5. A abordagem do vídeo “IV Mesa Redonda " Porque Navegar é Preciso, Não podemos parar" composta pelas professoras Dra. Maria Conceição Fonseca, Ms. Katia Gabriela Moreira, Dra. Luciane de Fátima Betine e Dra. Regina Celebrano (mediadora) com a temática "Alfabetização na Perspectiva do Letramento", reflete alguns aspectos das práticas da alfabetização matemática.

    É tomado a princípio um levantamento bibliográfico de perspectivas da prática da matemática, onde são abordadas algumas características que marcam a trajetória histórica do ensino da matemática, destacando alguns exemplos de atividades/tarefas como aquelas que pontuam o mercado de trabalho, outras onde apenas o sexo masculino é o sujeito das experiências, além de tarefas em que situações abordadas não dialogam com as realidades dos envolvidos.

    No segundo momento, contrapondo a essas e outras evidências na alfabetização matemática ao longo da história e que ainda se perpetua em muitos espaços educacionais também é analisada a prática do letramento como uso competente da leitura e escrita nas práticas sociais, que possibilita o desenvolvimento crítico do/da aluno/a ao problematizar tarefas que permitam dialogar com a vida social.

    E por fim a crítica sobre a criação e uso de diversos termos e siglas adotadas na educação matemática para discutir questões que fazem parte de um mesmo contexto. Não levando em consideração que a apropriação de práticas letradas dimensionam conhecimentos a respeito da cultura da matemática, o que permite ao/a educando/a conhecer de diversas formas. Assim é salientada também uma análise das ações do/da/ professor/a, refletindo sempre sobre qual contexto social está inserido as diversas práticas da alfabetização da matemática.

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  6. A alfabetização, o letramento, a alfabetização matemática, o numeramento têm em comum as práticas sociais, e é através dessa relação que faz uma ligação da vida com a escola, e que tem como consequência a preservação e formação da cultura. Dessa forma, tanto a alfabetização, quanto o letramento, a alfabetização matemática, e o numeramento devem estar relacionados com o cotidiano do ser humano, principalmente com o sujeito da EJA que já traz consigo uma bagagem de conhecimento popular.
    Acredita-se que a alfabetização, o letramento, a alfabetização matemática, o numeramento se diferenciam na construção da apredizagem. A alfabetização deve acontecer de forma diferenciada da qual ocorre no ensino de crianças, na EJA a alfabetização ocorre voltada para os conhecimentos do cotidiano. De certo modo, a alfabetização matemática é algo fundamental para o sujeito da EJA, principalmente por se tratar de um público de jovens e adultos que já fazem uso da matemática no seu dia-a-dia, pois ela está presente em tudo que fazemos, e por ser, cada dia mais, fundamental em todas as áreas. O numeramento é um procedimento matemático trabalhado na escola de forma mais consolidada, ou seja, uma realidade diferente das experiencias vividas no cotidiano pelo sujeito. Esse tipo de procedimento leva o aluno a lidar com conceitos, analisar argumentos e de tomar decisões em relações a numéros e realizar operações, o que é novo para o sujeito da EJA. A professora Luciane cita na Mesa Redonda Alfabetização na Perspectiva do letramento, sobre o PNAIC que traz um novo conceito de Alfabetização Matemática onde a Matemática adquire uma nova dimensão, entendida na perspectiva do letramento. Nesse contexto, a professora Regina diz que a escola é responsável pelo fornecimento do conhecimento científico, a qual leva o aluno a compreender e pôr em prática na sociedade, ou seja, deve ser capaz de utilizar os conhecimentos de forma crítica e responsável nas diferentes situações sociais. No entanto essa função é alcansada através do letramento, o qual pode ser trabalhada de varias maneiras em sala de aula.
    A professora Conceição fala na roda de conversa que Alfabetização, letramento, alfabetização matemática, numeramento não passa de uma proliferação de termos utilizados para poder introduzir alguma coisa, o que de fato é tudo alfabetização. Sendo assim, no sentido da Educação de Jovens e Adultos toda forma de ensino é significativo, principalmente àquele que parte da realidade do aluno, e quando os conhecimentos já adquiridos são aprimorados através do conhecimento científico, este processo leva a formação crítica, reflexiva, social e profissional, requisitos que contribuem para a emancipação do sujeito da EJA.





    REFERÊNCIAS

    Vídeo: Mesa Redonda Alfabetização na Perspectiva do letramento. Disponível em https://youtu.be/jvuQlPMnt5E

    ALVES, Antonio Mauricio Medeiros (2020). Alfabetização Matemática, Letramentos e Numeramento: discussões na formação continuada do PNAIC. Educação Em Foco, 23(39), 88–105. Disponível em: https://doi.org/10.24934/eef.v23i39.3050

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  7. Danilo Guimarães

    A alfabetização, o letramento, a alfabetização matemática, o numeramento têm em comum as práticas sociais, e é através dessa relação que faz uma ligação da vida com a escola, e que tem como consequência a preservação e formação da cultura. Dessa forma, tanto a alfabetização, quanto o letramento, a alfabetização matemática, e o numeramento devem estar relacionados com o cotidiano do ser humano, principalmente com o sujeito da EJA que já traz consigo uma bagagem de conhecimento popular.
    Acredita-se que a alfabetização, o letramento, a alfabetização matemática, o numeramento se diferenciam na construção da apredizagem. A alfabetização deve acontecer de forma diferenciada da qual ocorre no ensino de crianças, na EJA a alfabetização ocorre voltada para os conhecimentos do cotidiano. De certo modo, a alfabetização matemática é algo fundamental para o sujeito da EJA, principalmente por se tratar de um público de jovens e adultos que já fazem uso da matemática no seu dia-a-dia, pois ela está presente em tudo que fazemos, e por ser, cada dia mais, fundamental em todas as áreas. O numeramento é um procedimento matemático trabalhado na escola de forma mais consolidada, ou seja, uma realidade diferente das experiencias vividas no cotidiano pelo sujeito. Esse tipo de procedimento leva o aluno a lidar com conceitos, analisar argumentos e de tomar decisões em relações a numéros e realizar operações, o que é novo para o sujeito da EJA. A professora Luciane cita na Mesa Redonda Alfabetização na Perspectiva do letramento, sobre o PNAIC que traz um novo conceito de Alfabetização Matemática onde a Matemática adquire uma nova dimensão, entendida na perspectiva do letramento. Nesse contexto, a professora Regina diz que a escola é responsável pelo fornecimento do conhecimento científico, a qual leva o aluno a compreender e pôr em prática na sociedade, ou seja, deve ser capaz de utilizar os conhecimentos de forma crítica e responsável nas diferentes situações sociais. No entanto essa função é alcansada através do letramento, o qual pode ser trabalhada de varias maneiras em sala de aula.
    A professora Conceição fala na roda de conversa que Alfabetização, letramento, alfabetização matemática, numeramento não passa de uma proliferação de termos utilizados para poder introduzir alguma coisa, o que de fato é tudo alfabetização. Sendo assim, no sentido da Educação de Jovens e Adultos toda forma de ensino é significativo, principalmente àquele que parte da realidade do aluno, e quando os conhecimentos já adquiridos são aprimorados através do conhecimento científico, este processo leva a formação crítica, reflexiva, social e profissional, requisitos que contribuem para a emancipação do sujeito da EJA.





    REFERÊNCIAS

    Vídeo: Mesa Redonda Alfabetização na Perspectiva do letramento. Disponível em https://youtu.be/jvuQlPMnt5E

    ALVES, Antonio Mauricio Medeiros (2020). Alfabetização Matemática, Letramentos e Numeramento: discussões na formação continuada do PNAIC. Educação Em Foco, 23(39), 88–105. Disponível em: https://doi.org/10.24934/eef.v23i39.3050

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  8. Novos princípios e pressupostos matemáticos .

    O texto nos trás uma visão espetacular do fazer matemática, nos coloca como expectadores e ao mesmo tempo nos imergem em uma visão ampla de entendimento do outro, levando em consideração todas as forças que podem estar ali incutida no sujeito da EJA, que não o faz uniforme, mas um ser múltiplo, em um espaço (sala aula) repleto de sujeitos das multiplicidades cheios de particularidades que os não os uniformiza como um modelo tido como correto.
    Remete-nos ao Fordismo, onde todas as peças de um determinado compartimento eram iguais milimetricamente, os alunos da EJA, não são homogêneos, é sim sujeitos com suas histórias truncadas resultantes de vários processos de desajustes sociais onde tiveram na suas histórias recentes ou dos seus familiares mais distantes sua cidadania roubada, por isso eles existem e mesmo assim tem o seu saber acumulado com suas vivências ao longo da vida. Eles possuem um saber matemático, que não é valorizado pela escola convencional.
    Temos nossos padrões de uniformidade matemática pré-estabelecidos e diante de um texto como esse nos deparamos com uma visão antagônica, que nos dá uma “chicotada”, uma lição, nos confronta e nos faz ver o outro lado, descortinando, extirpando a nevoa que estava em nossa frente nos impedindo de enxergar perfeitamente e víamos apenas por uma visão una. Com esse belo texto é possível ver novos princípios e pressupostos que podem nos nortear sobre o fenômeno do letramento matemático na (EJA) educação de jovens e adultos.
    ALVES, Antonio Mauricio Medeiros (2020). Alfabetização Matemática, Letramentos e Numeramento: discussões na formação continuada do PNAIC. Educação Em Foco, 23(39), 88–105. Disponível em: https://doi.org/10.24934/eef.v23i39.3050

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  9. "Alfabetização, letramento, alfabetização matemática, numeramento: o que têm em comum; em que se diferenciam; qual delas permite ao sujeito da EJA sua emancipação?"

    Respondendo ao primeiro questionamento, alfabetização está consiste no processo de apropriação do sistema de escrita alfabética, no caso da matemática a escrita matemática. Letramento, de acordo com caracteriza-se como como uma ação de leitura e escrita como prática social que se origina nos processos de apropriação de uma cultura. Os conceitos de alfabetização matemática se aproxima conceitualmente com o de alfabetização da escrita alfabética. Por sua vez, a ideia de numeramento mantem uma aproximação conceitual com de letramento. A prática do numeramento se caracteriza quando se quer caracterizar a leitura e a escrita matemática como práticas sociais, que se constituem nos processos de apropriação de uma cultura marcada pelos valores que os modos de classificação, ordenação, mensuração, quantificação, ordenar.

    No tocante ao segundo questionamento, acredito que tanto o conceito de alfabetização matemática quando o de numeramento contribui positivamente para a emancipação dos sujeitos da EJA. Pois, estas duas práticas não podem ser dicotomizadas. A alfabetização matemática e o processo de letramento, portanto, se complementam como habilidades que possibilitará aos sujeitos da EJA apropriarem-se e utilizarem criticamente os conceitos matemáticos em seu cotidiano. Constituído desta forma para sua inclusão social.

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  10. "Alfabetização, letramento, alfabetização matemática, numeramento: o que têm em comum; em que se diferenciam; qual delas permite ao sujeito da EJA sua emancipação?"

    Respondendo ao primeiro questionamento, alfabetização está consiste no processo de apropriação do sistema de escrita alfabética, no caso da matemática a escrita matemática. Letramento, de acordo com caracteriza-se como como uma ação de leitura e escrita como prática social que se origina nos processos de apropriação de uma cultura. Os conceitos de alfabetização matemática se aproxima conceitualmente com o de alfabetização da escrita alfabética. Por sua vez, a ideia de numeramento mantem uma aproximação conceitual com de letramento. A prática do numeramento se caracteriza quando se quer caracterizar a leitura e a escrita matemática como práticas sociais, que se constituem nos processos de apropriação de uma cultura marcada pelos valores que os modos de classificação, ordenação, mensuração, quantificação, ordenar.

    No tocante ao segundo questionamento, acredito que tanto o conceito de alfabetização matemática quando o de numeramento contribui positivamente para a emancipação dos sujeitos da EJA. Pois, estas duas práticas não podem ser dicotomizadas. A alfabetização matemática e o processo de letramento, portanto, se complementam como habilidades que possibilitará aos sujeitos da EJA apropriarem-se e utilizarem criticamente os conceitos matemáticos em seu cotidiano. Constituído desta forma para sua inclusão social.

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  11. "Alfabetização, letramento, alfabetização matemática, numeramento: o que têm em comum; em que se diferenciam; qual delas permite ao sujeito da EJA sua emancipação?"

    Respondendo ao primeiro questionamento, alfabetização está consiste no processo de apropriação do sistema de escrita alfabética, no caso da matemática a escrita matemática. Letramento, de acordo com caracteriza-se como como uma ação de leitura e escrita como prática social que se origina nos processos de apropriação de uma cultura. Os conceitos de alfabetização matemática se aproxima conceitualmente com o de alfabetização da escrita alfabética. Por sua vez, a ideia de numeramento mantem uma aproximação conceitual com de letramento. A prática do numeramento se caracteriza quando se quer caracterizar a leitura e a escrita matemática como práticas sociais, que se constituem nos processos de apropriação de uma cultura marcada pelos valores que os modos de classificação, ordenação, mensuração, quantificação, ordenar.

    No tocante ao segundo questionamento, acredito que tanto o conceito de alfabetização matemática quando o de numeramento contribui positivamente para a emancipação dos sujeitos da EJA. Pois, estas duas práticas não podem ser dicotomizadas. A alfabetização matemática e o processo de letramento, portanto, se complementam como habilidades que possibilitará aos sujeitos da EJA apropriarem-se e utilizarem criticamente os conceitos matemáticos em seu cotidiano. Constituído desta forma para sua inclusão social.

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