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Comunidades de Prática (08/06/2021 - síncrona)

 08/06/2021 ( atividade síncrona)

Texto: 

Comunidade de Prática de Professores que Ensinam Matemática como Espaço de

Negociações de Significados sobre a Resolução de Problemas

Wanusa Rodrigues Ramos
Ana Lúcia Manrique

Resumo

Neste artigo, apresentamos resultados de uma pesquisa que teve como objetivo investigar negociações de significados envolvendo a estratégia de ensino Resolução de Problemas, ocorridas em um grupo de professores e futuros professores que ensinam Matemática. Utilizamos o conceito de Comunidade de Prática (WENGER, 2001) para analisar em que medida um grupo de professores e futuros professores se configura como um espaço de negociações de significados, por meio da interação entre os processos de participação e reificação. Selecionamos episódios de encontros do grupo nos quais a Resolução de Problemas esteve presente e pontuamos, em nossa análise, negociações de significados que contribuíram com o processo formativo dos professores e futuros professores, que abordaram o papel do professor e dos alunos, a elaboração de atividades e concepções da Resolução de Problemas. As negociações de significados ocorreram em momentos de discussão, de reflexão e de compartilhamento de experiências sobre práticas de sala de aula.

Disponível em https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103- 636X2015000300979&script=sci_abstract&tlng=pt#:~:text=Utilizamos%20o%20conceito% 20de%20Comunidade,processos%20de%20participa%C3%A7%C3%A3o%20e%20reifica% C3%A7%C3%A3o

Vídeos Complementares

1) Entrevista com Etienne Wenger (comunidade de prática. Disponível em https://youtu.be/zKFpsIwo-BI 

2) João Filipe Matos fala sobre aprendizagem em comunidades de prática:

Parte 1: https://youtu.be/wtyZYXuwHes

Parte 2: https://youtu.be/_UZ8AkK13ZA

Parte 3:  https://youtu.be/Hb_sgekU5K0





Comentários

  1. Neste comentário me posiciono sobre algo que não é nada novo, mas que tem recebido uma atenção e uma visibilidade maior devido à conjuntura em que o mundo se encontra e aos novos valores estabelecidos sobre novos saberes e uma das formas como os seres humanos adquirirem conhecimento que são as Comunidades de Prática. Embora não seja uma teoria sobre educação e sim uma teoria social, essa forma de aprendizagem decorrente de interações discursivas, tem se demonstrado nos últimos anos com um importante meio relacionado à pesquisa e formação de professores. Segundo os pioneiros a utilizarem o termo aqui em discussão, Wenger, McDermott e Snyder (2002), Comunidade de Prática pode ser definida como:

    “Grupo de pessoas que compartilham uma preocupação, um conjunto de problemas, ou uma paixão a respeito de algum tópico, e que aprofundam seu conhecimento e expertise nesta área, interagindo de forma permanente”.

    Colaborando com a afirmação dos pioneiros na temática, o artigo produzido por Vanessa Rodrigues Ramos e Ana Lúcia Marques, além dos vídeos que reproduzem a fala do professor João Felipe Matos, trazem exemplos e relatos de experiências e explicações sobre a forma como é possível aprender em Comunidade de Prática.
    Os materiais em analise nos leva a entender que as comunidades de prática é um momento, um espaço de negociação de significados que se dá por meio de interações entre um grupo de pessoas que estão imbuídos em algo que lhes é bem peculiar, onde “todos” estão buscando os mesmos interesses e no geral visando à resolução de um problema que se dá de uma forma discursiva em momentos de reflexões e compartilhamentos das suas experiências. De acordo a fala do professor João Felipe de Matos essa prática social é assertiva, pois ela é uma forma de aprendizagem fora dos códigos preestabelecidos, que tende a promover e expandir novas aprendizagens. E isso é um fato, pois sabemos que a aprendizagem é algo integrante as relações sociais.

    Referências:
    Ramos , Wanusa R.; Manrique, Ana L. Comunidade de Prática de Professores que Ensinam Matemática como Espaço de Negociações de Significados sobre a Resolução de Problemas. Bolema, Rio Claro (SP), dez. 2015. P. 1-19.
    https://youtu.be/wtyZYXuwHes -Acessado em 06-062021
    https://youtu.be/_UZ8AkK13ZA -Acessado em 06-062021
    https://youtu.be/Hb_sgekU5K0- -Acessado em 06-062021

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  2. Neste comentário me posiciono sobre algo que não é nada novo, mas que tem recebido uma atenção e uma visibilidade maior devido à conjuntura em que o mundo se encontra e aos novos valores estabelecidos sobre novos saberes e uma das formas como os seres humanos adquirirem conhecimento que são as Comunidades de Prática. Embora não seja uma teoria sobre educação e sim uma teoria social, essa forma de aprendizagem decorrente de interações discursivas, tem se demonstrado nos últimos anos com um importante meio relacionado à pesquisa e formação de professores. Segundo os pioneiros a utilizarem o termo aqui em discussão, Wenger, McDermott e Snyder (2002), Comunidade de Prática pode ser definida como:

    “Grupo de pessoas que compartilham uma preocupação, um conjunto de problemas, ou uma paixão a respeito de algum tópico, e que aprofundam seu conhecimento e expertise nesta área, interagindo de forma permanente”.

    Colaborando com a afirmação dos pioneiros na temática, o artigo produzido por Vanessa Rodrigues Ramos e Ana Lúcia Marques, além dos vídeos que reproduzem a fala do professor João Felipe Matos, trazem exemplos e relatos de experiências e explicações sobre a forma como é possível aprender em Comunidade de Prática.
    Os materiais em analise nos leva a entender que as comunidades de prática é um momento, um espaço de negociação de significados que se dá por meio de interações entre um grupo de pessoas que estão imbuídos em algo que lhes é bem peculiar, onde “todos” estão buscando os mesmos interesses e no geral visando à resolução de um problema que se dá de uma forma discursiva em momentos de reflexões e compartilhamentos das suas experiências. De acordo a fala do professor João Felipe de Matos essa prática social é assertiva, pois ela é uma forma de aprendizagem fora dos códigos preestabelecidos, que tende a promover e expandir novas aprendizagens. E isso é um fato, pois sabemos que a aprendizagem é algo integrante as relações sociais.

    Referências:
    Ramos , Wanusa R.; Manrique, Ana L. Comunidade de Prática de Professores que Ensinam Matemática como Espaço de Negociações de Significados sobre a Resolução de Problemas. Bolema, Rio Claro (SP), dez. 2015. P. 1-19.
    https://youtu.be/wtyZYXuwHes -Acessado em 06-062021
    https://youtu.be/_UZ8AkK13ZA -Acessado em 06-062021
    https://youtu.be/Hb_sgekU5K0- -Acessado em 06-062021

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