04/05/2021 (assíncrona) Entrevista: Ole Skovsmose e sua Educação Matemática Crítica Disponível em http://www.fecilcam.br/revista/index.php/rpem/article/viewFile/860/pdf_74 Vídeo: Palestra de Ole Skovsmose no PPGEM - UESC em 2014, apresentando conceitos da Educação Matemática Crítica Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=5YFKpPpkLmw Leitura complementar: (Não) Reconhecimento e subcidadania, ou o que é ''ser gente''? Jessé de Souza Este texto discute e combina algumas teorias contemporâneas sobre a origem e a dinâmica do reconhecimento social, como a de Charles Taylor, com abordagens socioculturais acerca da temática da desigualdade, como as de Pierre Bourdieu e Reinhard Kreckel, de modo a aplicá-las de forma modificada e produtiva para o esclarecimento de questões centrais da modernidade periférica, como os fenômenos da subcidadania e da naturalização da desigualdade. Seu objetivo é elaborar uma concepção t...
O ensino da Matemática não deve refletir para as futuras gerações apenas o apreender de conceitos, mas sim a busca de uma justiça social. No presente caso a justiça social é demonstrar que o atendimento da dignidade humana, da paz mundial são conceitos também matemáticos que devem estar em consonância com o aprendizado formal. Os futuros matemáticos, cientistas ou engenheiros precisarão de uma nova perspectiva na sua atuação, não apenas na aplicação objetiva de seus conhecimentos, mas na atuação social do que está sendo desenvolvido e gerado. O novo ensino da Matemática não está atrelado aos conceitos tradicionais e históricos em uma visão singular, esses conceitos deverão estar atuando na sociedade, procurando seu desenvolvimento sustentável para garantir as gerações vindouras um mundo com respeito ao ser humano e com o intuito de uma existência da sociedade fundamentada na pacificidade.
ResponderExcluirReferências:
https://ciaem-redumate.org/memorias-cemacyc/Conferencia_plenaria,_D'Ambrosio.pdf. Acesso em: 16 mai. 2021
Boa tarde. Tecendo a leitura do texto esbarrei- me nesse trecho “Temos que olhar para a história e a epistemologia com uma visão mais ampla. A negação e exclusão das culturas da periferia, tão comuns no processo colonial, ainda prevalecem, na sociedade moderna. A negação do conhecimento, que afeta populações, é da mesma natureza que a negação do conhecimento para os indivíduos, particularmente as crianças. Propor direções para contrariar práticas arraigadas é o maior desafio dos educadores, especialmente educadores matemáticos. Grandes setores da população não têm acesso à cidadania plena. Alguns não têm acesso às necessidades básicas para a sobrevivência. Essa é a situação na maior parte do mundo e ocorre mesmo na maior parte das nações desenvolvidas e mais ricas. A discussão mais profunda sobre essas questões é o objetivo do Programa Etnomatemática, que não vou considerar neste trabalho, mas que pode ser visto em D’Ambrosio 2006.”
ResponderExcluirLer Ubiratan D’ Ambrósio, e não despertar em si uma reflexão da sua prática pedagógica. Os meios e os caminhos que deveríamos seguir trabalhando mais as questões da justiça social é não compreender o seu papel de ser educadora. Depois que passei a ler os textos sobre educação matemática crítica creio que a minha forma de ensinar matemática mudou ou seja tive uma visão mais ampla do que é matemática? Para quem ? E porque ? Ensaiar matemática na perspectiva da educação matemática.